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Genealogia da Família GEROMEL
Este site é dedicado às Famílias Geromel que estão concentradas principalmente no Brasil (Estado de São Paulo), Itália (região de Veneto - provincia de Treviso) e alguns paises como: Argentina, Estados Unidos, Canadá, França, Inglaterra e Alemanha. O objetivo desta página é divulgar o levantamento histórico do movimento migratório da família Geromel e suas realizações. Todas as informações que puderem ser conseguidas através de conversas com nossos pais, tios e avós, álbuns de família, os baús com documentos e mesmo nos registros de cartórios e igrejas serão importantíssimas para compor nosso trabalho. Estamos atualizando a página sempre que chegarem novas informações, documentos, fotos e endereços. É muito importante a sua colaboração. O índice principal está em nome das primeiras famílias registradas. Veja em cada página os links para os descendentes da família.  Aguardamos as colaborações para corrigir eventuais falhas, bem como para atualização dos dados. Podem utilizar o link "contato" .
Nelson Geromel
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Entenda uma pouco sobre o país de origem da família Geromel.
A divisão geopolítica da Italia é: Regiões compostas de Provincias compostas de Cidades (Comuni).
A grande maioria dos imigrantes Italianos no Brasil vieram da região de Veneto. A família Geromel veio da Provincia de Treviso, principalmente da Comuni de Roncade. Nossas pesquisas, ainda incompletas mostram Rovarè em San Biagio di Callalta Tv como o que dispõe de dados mais antigos com o sobrenome Geromel. Os dados começam em 1570 e a familia sobrevive em Rovaré à Inquisição, as pestes, guerras, a invação de Napoleão, ao Imperio Austríaco e a guerra de Unificação da Italia em 1866.
As tres principais Comunes habitada por familiares Geromel foram:
Rovarè é um distrito de San Biagio di Callalta que é uma comuna italiana da região do Vêneto, província de Treviso, com cerca de 11.442 habitantes. Estende-se por uma área de 48 km2, tendo uma densidade populacional de 238 hab/km2. Faz fronteira com Breda di Piave, Carbonera, Monastier di Treviso, Ponte di Piave, Roncade, Salgareda, Silea, Zenson di Piave.
Monastier di Treviso é uma comuna italiana da região do Vêneto, província de Treviso, com cerca de 3.554 habitantes. Estende-se por uma área de 25 km2, tendo uma densidade populacional de 142 hab/km2. Faz fronteira com Fossalta di Piave (VE), Meolo (VE), Roncade, San Biagio di Callalta, Zenson di Piave.
Roncade é uma comuna italiana da região do Vêneto, província de Treviso, com cerca de 11.909 habitantes. Estende-se por uma área de 61 km2, tendo uma densidade populacional de 195 hab/km2. Faz fronteira com Casale sul Sile, Meolo (VE), Monastier di Treviso, Quarto d'Altino (VE), San Biagio di Callalta, Silea.
O Vêneto é uma região do nordeste da Itália com 18.391 km² de superfície e 4,8 milhões de habitantes, sendo a quinta região mais povoada do pais. A capital é Veneza. A região do Vêneto foi habitada desde a pré-história. A partir do século I a.C. fez parte do Império Romano como Regio X Venetia et Histria. Depois da queda do Império Romano, foi invadida por diversos povos bárbaros (godos, hérulos, hunos e lombardos). Esta última invasão é descrita por Paolo Diacono na sua Historia Langobardorum. Entre o século VI e VIII ocorreu uma divisão sempre mais nítida entre o Vêneto interno, sob o domínio lombardo e a Veneza marítima dependente do Império Bizantino e de Ravenna.
Veneza, graças à imensa fortuna arrecadada através do comércio marítimo e terrestre com todo o mundo então conhecido, tornou-se a mais potente das quatro Repúblicas Marítimas da península itálica, que tinham o domínio comercial das rotas do mar Mediterrâneo. Expandindo seu domínio aos territórios circundantes, em torno de 1400 constituiu um Estado, a Sereníssima República de Veneza, cujos confins se estendiam além daqueles da antiga região romana, compreendendo
parte da Lombardia, da Ístria, da Dalmácia, e vários territórios no ultramar.
Depois da queda do Império Bizantino por meio dos turcos, mas sobre todo devido à descoberta da América, começou para Veneza um longo período de decadência. Ao fim do século XVIII, a Sereníssima República foi invadida por Napoleão Bonaparte e cedida, em troca da Bélgica, à Áustria. A república foi dividida em muitas partes pela Áustria, partes estas que se tornaram províncias do Império Austríaco até 1866.
Migração:
À perda do mercado da Europa Central seguiu-se um período de crise econômica. Depois da anexação ao Reino de Itália e até a Primeira Guerra Mundial houve uma intensa emigração do Vêneto, particularmente para Argentina, Brasil e Uruguai. Durante a Primeira Guerra Mundial, parte do território sofreu graves danos, sendo o Veneto cenário de importantes batalhas.
Na batalha de Vittorio Veneto o exercito italiano venceu as tropas austríacas, significando a capitulação da Áustria-Hungria. O fenômeno da emigração continuou logo o pós-guerra, dirigido principalmente aos países da América Latina que tinham recebido as ondas migratórias anteriores precedentes do Vêneto. Esta nova onda migratória foi um pouco melhor organizada.
A Segunda Guerra Mundial trouxe novas destruições, sobretudo por causa dos bombardeios aéreos dos Aliados que arrasou  grande parte de Treviso.
Terminada a guerra houve nova onda migratória para Argentina, Uruguai, Brasil, Venezuela, Colômbia, Estados Unidos, Canadá e Austrália. Houve também fluxos migratórios mais breves a Bélgica, França e Alemanha. Calcula-se que existam no mundo cerca de 9 milhões de oriundos do Vêneto.
A partir dos anos oitenta a emigração se exauriu e, desde então, o Vêneto se tornou terra de imigração. Muitos dos novos migrantes são, em realidade, cidadãos italianos, emigrados durante os anos duros, que retornam a seu país; embora esses falem uma versão de seu dialeto mais arcaica que a agora utilizada no Vêneto.